O Mágico de Oz (1939) e sua conexão com Pink Floyd

O Mágico de Oz (Wizard of Oz, 1939) não nasceu um clássico: quando o filme de Judy Garland estreou nos cinemas norte-americanos, a recepção foi morna e apesar de ser indicado para seis Oscars, não conseguiu arrecadar o suficiente para nivelar o orçamento de produção. O filme apenas passou a atingir status de clássico quando a emissora de TV, CBS, o exibiu em 1956. A partir daí, atingiu mais de 45 milhões de telespectadores e em 1959 se tornou um evento anual - e o mais esperado pelos telespectadores.  Diferente do caso do álbum The Dark Side of The Moon da banda Pink Floyd. Quando o disco foi lançado em 1 de março de 1973, tornou-se um dos maiores sucessos do ano e um dos álbuns mais vendidos de todos os tempos. Para se ter uma ideia, ainda nenhum lançamento desbancou o recorde do álbum de maior número de semanas na Billboard: 917. Mas o que um filme de 1939 produzido pela MGM e baseado em um livro infantil de L. Frank Baum tem a ver com um álbum de rock psicodélico?  A teoria

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