5 frases de Judy Garland para aplicar na sua vida - Caixa de Sucessos

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22/06/2019

5 frases de Judy Garland para aplicar na sua vida

Judy Garland foi uma das estrelas mais icônicas da antiga Hollywood. No dia de seu falecimento, 22 de junho de 1969, acredite ou não, ocorreu também um tornado em Kansas (local onde esses fenômenos são recorrentes), fechando o ciclo de sua personagem Dorothy em O Mágico de Oz (Wizard of Oz, 1939). 

Considerada uma das maiores ícones gays do mundo do entretenimento, Judy teve uma vida dura: viciada em remédios, em pílulas de emagrecimento, drogas e álcool. Mas, apesar dessas turbulências, ela foi capaz de deixar seu talento brilhar e abençoou seus fãs com filmes e músicas que após 50 anos ainda fazem parte do imaginário e da vida de muitas pessoas. 

Sempre sábia, Judy Garland tem algumas das citações mais eloquentes das estrelas de Hollywood: uma mulher inteligente, ela sempre viu seu público LGBTQIA+ como iguais e apesar de ter casado cinco vezes, nunca desistiu do verdadeiro amor. 

Em sua homenagem, nós da Caixa de Sucessos listamos 5 frases de Judy Garland que são indispensáveis para sua vida! 

1. JUDY GARLAND SOBRE RELIGIÃO
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Judy Garland constantemente demonstrava uma sabedoria além de seus anos. Em uma entrevista a revista Screenland, em outubro de 1946, com apenas 24 anos de idade, a atriz dividiu algumas de suas convicções sobre a imortalidade, sobre a guerra e especialmente sobre a religião. 

Falando especificamente sobre a religião, ela demonstrou um pensamento que hoje em dia é muito divulgado: que não se deve infringir o direito das outras pessoas usando suas crenças como escudo, mostrando assim como ela sempre apoiou o público LGBTQIA+. Sua morte, alguns afirmam, foi o fim de uma era (já que Garland era considerada o 'Elvis dos homossexuais') e um dos pontos de virada para as revoltas de Stonewall acontecerem.

Sobre a aceitação e religião, ela afirmou, via Judy Garland on Judy Garland: Interviews and Encounters Por Randy L. Schmidt:
Eu acredito que a verdadeira extensão de suas crenças religiosas é mostrado no dia a dia de sua vida, no que você contribui e no que você leva, sem infringir o direto das outras pessoas.  Eu não desaprovo as pessoas que fazem um hábito ter apenas pensamentos religiosos, a menos que eles permitiam que a religião vire um ópio para fazerem coisas ruins aos outros. Ninguém deveria pensar que só porque vai a Igreja todo o domingo, que pode fazer algo mau que não deve fazer, acreditando que Deus não vai se importar com isso.

 2. JUDY GARLAND SOBRE TALENTO
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Dona de uma das vozes mais belas e poderosas do showbusiness, Judy Garland permaneceu com um poderoso alcance vocal durante toda sua vida, apesar de alguns percalços no caminho por conta de seus vícios. Uma mezzo soprano, Garland afirmou que nunca teve uma lição de canto, mesmo sendo acompanhada pela instrutora Kay Thompson da MGM, de quem virou uma ótima amiga e foi até madrinha de sua filha, Liza Minnelli.

Com uma técnica vocal invejável, conseguindo suportar inúmeras apresentações musicais por dia sem cansar, Judy também sabia que o talento era 90% do caminho para ser uma grande estrela. 


Tanto que, em entrevista ao jornalista Bob Thomas do Associated Press em 1949, ela afirmou que se preocupar muito para domar o seu talento (seja vocal, de escrita ou atuação) pode até prejudicá-lo: 
Eu acho que muito do talento de uma pessoa pode ser sugado com muitas lições. Se você tem talento, ele geralmente aparece de qualquer forma. 
Anotado!

3. JUDY GARLAND SOBRE O SUCESSO 
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A carreira de Judy Garland, no cinema e na música, sempre foi uma constante montanha-russa. Ou ela estava no topo, com filmes de sucesso e a adoração da crítica, ou tentando retomar seu lugar de direito entre as grandes estrelas. 

A verdade para a atriz, no entanto, era simples: ela nunca fez um retorno. Ela nunca fugiu dos holofotes: Judy continuou a trabalhar e colhia os frutos de seu grande trabalho, mesmo que a grande mídia não percebesse. 

Em sua última entrevista antes de sua morte, em 26 de março de 1969, ela ofereceu esse valioso conselho sobre o sucesso: ele até pode ir embora, mas seu trabalho e suas conquistas ficam com você para sempre, via Judy Garland: The Day-by-day Chronicle of a Legend Por Scott Schechter:

Você nem sempre fica no topo. Ninguém fica. Minha carreira, minha vida, sempre foi uma montanha-russa. Eu ou fui um sucesso enorme ou um fracasso completo, o que é muito bobo. Todo mundo me pergunta: 'Como é fazer um retorno?' Eu não sei onde estive, eu não estive fora. Eu trabalhei esse tempo todo. 

4. JUDY GARLAND SOBRE A MORTE 
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Ainda na mesma entrevista com a Screenland em 1946, Judy provou que era mesmo uma jovem com muito conteúdo. Embora a morte seja um assunto assustador para muitas pessoas, a então recém-casada com Vicente Minnelli não escondeu sua verdadeira opinião sobre o assunto. 

Para a starlet, a morte não é o fim, sendo apenas a preparação para algo ainda melhor. Ela morreu um pouco mais de 23 anos depois dessa afirmação, depois de sofrer uma overdose de barbitúricos com apenas 47 anos de idade. 

Sobre sua visão da morte, a atriz explica: 
Eu não acredito que a morte é o fim. Tem muita preparação na vida para ter algo a mais depois. 

5.  JUDY GARLAND SOBRE SUPERAR SEUS MEDOS 
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Com quase toda a sua vida controlada pelos estúdio MGM, Judy Garland vivia em medo constante: tinha que controlar o peso para conseguir papeis. Tinha que parecer sempre mais nova, saber todos os passos e músicas  e aceitar tudo que lhe era dado - sem reclamações. 

As prioridades de Judy foram mudando ao longo dos anos quando ela teve sua primeira filha, Liza Minnelli em 1946 e posteriormente com Lorna e Joey Luft, frutos de seu terceiro casamento. Apesar de estar longe dos holofotes constantes do cinema depois de ser despedida pela MGM, ela continuou a fazer turnês pelos EUA e ainda sofria do terrível medo de palco, afirmando em entrevista para Vanity Fair em 1961 que queria apenas: "comer e se esconder." 

Judy, no entanto, não contava com a grande aceitação do público, e foi aos poucos superando esse inescrupuloso terror. Tanto que, em entrevista em 1967 durante uma recepção na Washington Symphony Orchestra, a estrela afirmou:
Eu acho que chega um ponto da sua vida que ter medo dá muito trabalho. Você amadurece. Você se pergunta: 'Esse medo vai trazer algo de bom para a minha vida?' Agora minha vida parece estar melhor, gradualmente. Eu estou aproveitando e acho que meus filhos ajudaram muito nisso.

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