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Confira quatro fatos curiosos sobre o Brasil no Oscar

Confira quatro fatos curiosos sobre o Brasil no Oscar

É como dizem: saber sobre nossa história é importante para que possamos evoluir. Em 2017, por exemplo, é a primeira vez que temos atores negros indicados ao Oscar em todas as quatro importantes categorias: de melhor atriz, de melhor ator, além de atriz e ator coadjuvante. Mesmo assim, se pararmos para pensar, a falta de diversidade da academia é de chorar: em 1940 quando Hattie McDaniel ganhou o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante pelo E o Vento Levou..., ela nem ao menos pode sentar ao lado de seus colegas de elenco já que o prédio em que a cerimônia estava sendo realizada, a Cocoanute Groove NightClub, tinha uma política de segregação entre negros e brancos.  E não são só os negros que sofreram com o racismo da academia: Merle Oberon, atriz com descendência indiana que tentava, à todo custo, esconder suas raízes foi a única indicada a um Oscar de Melhor Atriz em 1935. Ben Kingsley é também o único descendente de indianos que ganhou um Oscar de Melhor Ator por Gandhi até agora. O t

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A comédia maluca de Confissão de Uma Mulher (1937)

A comédia maluca de Confissão de Uma Mulher (1937)

Uma das atrizes cômicas mais engraçadas da golden age de Hollywood, Carole Lombard começou a sua carreira cedo, quando tinha apenas 12 anos de idade, no filme A Perfect Crime (1921), quando ainda era conhecida como Jane Peters. Sua grande chance de sucesso, no entanto, veio a partir dos anos 1930, quando adicionou um e no final de Carol e moldou sua imagem como a engraçada e doce Carole Lombard também nas telonas de cinema.  O último e quarto filme que ela fez ao lado do ator Fred McMurray, o Confissão de Uma Mulher (True Confession) demonstra exatamente essa personalidade cômica da atriz. No filme ela interpreta Helen Bartett, uma mulher casada com seu querido e honesto marido Ken Bartett (Fred McMurray). O problema é que ele é um advogado que não aceita representar alguém que for culpado. Com dívidas se amontoando, ela resolve aceitar um emprego para ser secretária que parece bom demais para ser verdade. E era! O novo patrão de Helen tenta assediá-la e transtornada ela sai de

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O estilo do casal Bogart e Bacall em Uma Aventura na Martinica (1944)

O estilo do casal Bogart e Bacall em Uma Aventura na Martinica (1944)

Lauren Bacall e Humphrey Bogart se apaixonaram sob circunstâncias incomuns. Ela, com 19 anos de idade, nunca tinha sequer atuado antes e tinha medo da rejeição que temia sofrer no set de filmagens Uma Aventura na Martinica (1944). Bogart, com 25 anos a mais do que que Lauren, estava preso em um casamento infeliz, seu terceiro, com a atriz Mayo Methot. Os dois, por destino ou por sorte, acabaram juntos, por mais de 12 anos, com uma química que rendeu quatro filmes de sucesso.  No primeiro filme do casal juntos foi quando Lauren Bacall começou a firmar sua imagem de femme fatale . Sua personagem chamada Slim era uma cantora em um bar na Martinica, no Caribe, e acaba se apaixonando pelo capitão do navio pesqueiro Harry (Humphrey Bogart). Mas o que algumas pessoas podem desconhecer é que a personagem Slim foi baseada na esposa do diretor do filme, Howard Hawks. Ela chamava-se Nancy 'Slim' Keith e era uma socialite e modelo famosa. E é claro, que para a Slim verdadeira, o estil

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Doutora Quinn: exemplo de mulher forte

Doutora Quinn: exemplo de mulher forte

Uma médica, a mais nova de cinco filhas, vinda de uma família rica e com todos os recursos necessários, acaba decidindo se mudar para uma cidade no interior dos Estados Unidos, no século XVIII e assim se descobrir na nova fronteira do Colorado Springs. Lá, ela é discriminada por ser uma mulher, solteira, e o pior de tudo: afirmar, com todas as letras e com o seu diploma, de que ela é uma doutora. O único laço de amizade que Michaela Quinn (Jane Seymour) forma é com a simpática Charlotte Cooper que tem três filhos: o mais velho Matthew (Chad Allen), a irmã do meio Colleen (Erika Flores)  e o pequeno Brian (Shawn Tooney).  Depois de um começo conturbado na cidade, Michaela consegue conquistar a confiança de alguns moradores e inclusive dos índios, além do corajoso Sully (Joe Lando) de quem recebe muito ajuda a iniciar seu trabalho como doutora. Mas a série Dra. Quinn: A Mulher Que Cura é sobre Michaela e seus pacientes. Sua família está presente, é claro, mas é quebrando as barreira

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A música de Nino Rota para Romeu e Julieta (1968)

A música de Nino Rota para Romeu e Julieta (1968)

Uma das histórias de amor mais conhecida no mundo todo, Romeu e Julieta de Shakespeare já foi adaptada em mais de 30 filmes e peças, isso sem falar em danças e filmes de animação. Mas a versão de 1968, dirigida por Franco Zeffirelli se tornou minha favorita desde que assisti o filme, durante a aula de literatura na minha escola, quando tinha 14 anos de idade.  Naquela época, eu pouco sabia sobre os atores e até mesmo sobre o diretor da obra e, mesmo assim, o longa-metragem me fascinou tanto quanto a trilha sonora de Romeu e Julieta, composta por ninguém menos do que Nino Rota, que é famoso por seu trabalho de compositor para criar o tema do filme O Poderoso Chefão (1972), pelo qual ganhou um Oscar junto de Carmine Coppola. Nascido em Milão, na Itália, em 3 de dezembro de 1911, Nino já era conhecido como uma criança prodígio na música. tanto ao compor músicas quanto ao comandar orquestras. Sua primeira experiência como músico foi em abril de 1922, aos 11 anos de idade, ao final

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O visual provocante do filme bollywoodiano Devdas (2002)

O visual provocante do filme bollywoodiano Devdas (2002)

A história de um amor nunca realizado, de dois jovens separados por suas famílias e pelas suas próprias vaidades, foi escrita em 1917 pelo escritor bengalense Sarat Chandra Chattopadhyay quando ele tinha apenas 17 anos de idade, mas foi apenas publicado 16 anos depois. Um dos escritores mais amados da Índia, ele permanece no topo como o autor com mais livros traduzidos, plagiados e adaptados.  Sua novela Devdas, com pouco menos de 128 páginas, já foi adaptado na Índia mais de dezesseis vezes, com a primeira versão sendo produzida em 1928. As primeiras versões da história mostraram muito bem a opulência e, posteriormente, a decadência de Devdas, mas para a adaptação de 2002, o diretor Sanjay Leela Bhansali e o diretor de arte Nitin Chandrakant Desai buscaram representar o cinema indiano, o amado Bollywood, da maneira mais extravagante que poderiam conseguir. E o resultado foi um filme com um apelo visual de tirar o fôlego.  O ator Shah Rukh Khan e a querida Aishwarya Rai são o

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Real ou Fictício? Analisando a saga Sis(s)i: A Imperatriz da Áustria

Real ou Fictício? Analisando a saga Sis(s)i: A Imperatriz da Áustria

Conta-se a lenda que o Imperador Franz Joseph, da Áustria, se apaixonou por Elisabeth Amalie Eugene, assim que colocou os olhos nela. O encontro fatídico aconteceu na cidade de Bad Ischl, na Aústria, em um famoso resort no verão de 1853, antes do aniversário de 23 anos do imperador. A prometida para o Franz era sua irmã mais velha, Helene, mas o vigente do trono se encantou por Sisi, mesmo com aquele nada favorável vestido preto de luto que a família usava por causa da morte de sua tia.  Mas, diferente do que a trilogia de filmes alemães da imperatriz, mostra, Elisabeth odiava a vida na realeza e nas mãos de sua dominante sogra, Sophie. Ela amava Franz, mas não desejava ser uma imperatriz. Ela era tímida demais e sem conhecimento dos protocolos adequados.  Porém na trilogia, dirigida por Ernst Marischka, o diretor optou por romantizar várias partes da vida dela, como é de praxe em filmes biográficos. O título do filme já nos deixa intrigados, afinal porque Sissi com dois 'S&

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