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William Powell e Ginger Rogers em O Rapto da Meia Noite (1935)

William Powell e Ginger Rogers em O Rapto da Meia Noite (1935)

William Powell ficou conhecido como o rei dos filmes de mistério - sua carreira como um 'detetive' das telonas começou ao ser escalado para viver a personagem Philo Vance, baseado em uma série de livros de mistério de S. S. Van Dine entre os anos 20 e 30. Seu primeiro filme interpretando Vance começou com O Drama de Uma Noite (The Canary Murder Case, 1929) e desde ali Powell ficou conhecido por interpretar homens com muita classe, esperteza, sarcasmo e é, claro, com uma mente que até Sherlock Holmes teria um pouco de inveja.  A única série de filmes que para ele, fez mais sucesso do que como Philo Vance, foi interpretando Nick Charles ao lado da Nora da atriz Mirna Loy, em mais de seis filmes dos Acusados, que, aliás, também foi baseado no livro homônimo A Ceia dos Acusados de Dashiell Hammet. Um casal sofisticado, companheiro e igualmente excitante e inteligente, o primeiro filme da série com Powell e Myrna foi um sucesso estrondoso de bilheteria e o estúdio RKO, com quem

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As vidas entrelaçadas de Pássaros Feridos, o livro de Colleen McCullough

As vidas entrelaçadas de Pássaros Feridos, o livro de Colleen McCullough

*aviso: spoilers sobre o livro Pássaros Feridos  Já vamos logo avisando: o livro Pássaros Feridos da escritora australiana Colleen McCullough é bem diferente do que sua primeira estreia como autora com a novela Tim. Enquanto Tim é um livro pequeno, conciso, mas detalhado, Pássaros Feridos é uma odisseia que segue uma família inteira e seus amores e desavenças pelo longo período de mais de 40 anos.  Colleen McCullough morreu aos 77 anos de idade, em 2015                                  Divulgação Essa grandiosa novela, com mais de 600 páginas, foi lançada em 1977 e inspirada pela avó de Colleen, Margaretta Hughes. Isso porque, Margaretta  contou ao pai de Colleen uma história, ou melhor, lenda de um pássaro que empalava à si mesmo antes de cantar uma última linda canção. Foi esse conto que serviu de inspiração para a história do clã da família Cleary.   A autora, aliás, é extremamente ligada à assuntos religiosos sendo que Pássaros Feridos e suas outras obras lidam com o a

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O gingado de Natalie Wood no Brasil

O gingado de Natalie Wood no Brasil

No final dos anos 60, Natalie Wood estava decidida a formar uma família para chamar de sua, tendo aproveitado o sucesso em filmes como Juventude Transviada (Rebel Without a Cause, 1955), Clamor do Sexo (Splendor in The Grass, 1961) e Amor, Sublime Amor (West Side Story, 1961), no qual foi dublada em suas cenas de canto. Natalie estava finalmente pronta para sossegar, depois de um primeiro casamento turbulento com Robert Wagner, assim noivou com o empresário Richard Gregson, mesmo que mais tarde se decepcionasse quando ele a traísse.  Mas, estamos nos apressando. O ano era 1968 e o Carnaval do Brasil, mais especificamente, prometia trazer inúmeras estrelas ao país como Marlon Brando, Kirk Douglas, Jane Fonda e é, claro, Natalie Wood. De todos eles, apenas Natalie apareceu no país, com nada menos do que oito malas e um noivo à tiracolo! Ela chegou ao Brasil no dia 21 de fevereiro de 1968 pelo aeroporto do Galeão, pelo voo 975 do superjato da Braniff Internacional, no Rio de Janeiro

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12 grandes atrizes de Hollywood que foram dubladas em filmes

12 grandes atrizes de Hollywood que foram dubladas em filmes

A dublagem das vozes de canto de atrizes em Hollywood era uma prática super comum na época de ouro do cinema. Muitas vezes porque os diretores dos filmes acreditavam que as atrizes não tinham a voz certa para o papel, mesmo que fossem cantoras profissionais, vide Dorothy Dandridge em Carmen Jones (1954).   Natalie Wood foi dublada em Amor, Sublime Amor (1961)                               Divulgação/Gif Em Hollywood existiam atrizes/cantoras especializadas em dublar as grandes atrizes de Hollywood: Marni Nixon foi uma das mais famosas, dublando Deborah Kerr em O Rei e Eu (The King and I, 1956) e Natalie Wood em Amor, Sublime Amor (West Side Story, 1962). Outras foram Anita Ellis, que dublou Rita Hayworth em Gilda (1946) e Carole Richards que já dublou a voz de Vera-Ellen em Sua Excelência, a Embaixatriz (Call me Madam, 1953).  Muitas delas nunca tiveram seu momento de glória, ficando renegadas a papéis coadjuvantes em filmes ou nunca aparecendo nas telonas. Em entrevista

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