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A arte do clássico noir mexicano A Deusa Ajoelhada (1947)

A arte do clássico noir mexicano A Deusa Ajoelhada (1947)

O gênero de filme noir pode até ter se aperfeiçoado nos Estados Unidos, logo após o término da Segunda Guerra Mundial, mas o México não ficou nada atrás dessa façanha. A prova disso é o filme A Deusa Ajoelhada (La Diosa Arrodillada), de 1947.  Estrelado pelas duas maiores estrelas da época, a maravilhosa María Félix e o charmoso Arturo de Córdova, conhecemos a história de Antonio Ituarte, um marido que tenta ser fiel à sua esposa doente, Helena (Rosario Granados), mas acaba se envolvendo com Raquel Serrano, a deusa por quem todos devem se ajoelhar.  Filmado em preto e branco e bancado pelo famoso estúdio Panamerican Films S.A do México, A Deusa Ajoelhada (1947) é um exemplo clássico do gênero noir : temos a femme fatale , que leva seu homem ao mau caminho enquanto ele, apaixonado e sem escrúpulos, faz de tudo para garantir seu amor. Como se isso já não bastasse existe ainda uma trama paralela de assassinato e perigo que revela como os personagens são desprezíveis, por mais que

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Como Juana La Virgen se transformou em Jane The Virgin

Como Juana La Virgen se transformou em Jane The Virgin

*aviso: spoilers sobre a série Gina Rodriguez, a estrela da série Jane The Virgin, se tornou a primeira latina a ganhar o Globo de Ouro de Melhor Atriz em Série de Comédia ou Musical em 2015. Dois anos depois, a aclamada série já está confirmada para uma quarta temporada repleta de dramas dignos de uma telenovela: com um narrador impactante e situações tão absurdas quanto os próprios personagens.  Mas essa veia exagerada da série não é coincidência: Jane The Virgin foi baseada na telenovela Juana La Virgen que era transmitida pela emissora Radio Caracas Televisión C.A., na Venezuela em 2002.  A showrunner da série americana, Jennie Snyder Urman, revelou durante uma entrevista com o site A.V Club  que quando a ideia do show Jane The Virgin lhe foi apresentada ela achou necessário se distanciar o máximo possível do desenrolar da telenovela:" Eu realmente queria saber como o original era para pegarmos o que funcionava e colocar em nosso mundo, criando algo novo, porque se fizé

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O real Eddie 'A Águia' Edwards do filme Voando Alto (2016)

O real Eddie 'A Águia' Edwards do filme Voando Alto (2016)

*aviso: spoilers sobre o filme  Não existe nada como uma boa história de superação. A incerteza da vitória combinada com os sacrifícios passados e provando erradas as pessoas que duvidavam de sua capacidade. Michael 'Eddie' Edwards, foi, assim, um vitorioso: provou que todos estavam errados sobre ele e com muita satisfação. Para se ter uma ideia, ele é, até hoje, o único recordista britânico da modalidade salto de esqui. O filme Voando Alto (Eddie The Eagle), de 2016, baseado em sua trajetória, é a prova gravada de sua inquebrável força de vontade.  É nele que conhecemos Michael, ainda criança, cultivando seu sonho de um dia participar das Olimpíadas. Seu pai o desencorajava a cada nova tentativa enquanto sua mãe acreditava e o ajudava a perseverar para realizar seu sonho. Um dos fatos que logo moldam o tom da história de superação de Michael é a cena dele, quando criança, usando muletas devido à um problema no joelho. De fato, o acidente aconteceu: sempre aventureiro

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Rachel Portman e sua composição para o filme Emma (1996)

Rachel Portman e sua composição para o filme Emma (1996)

Hollywood tem um grande problema de diversidade e isso não é nenhuma novidade. Apesar de existirem melhores oportunidades para mulheres no mundo da televisão, atualmente, essa opção ainda não é o bastante. Uma prova disso pode ser vista no estudo Inclusion or Invisibility; Comprehensive Annenberg Report on Diversity in Entertainment de 2016 , no qual se revela que apenas 38% das falas em programas de televisão foram ditas por mulheres. No cinema essa taxa cai ainda mais: o número vai para 28%. Atrás das câmeras o cenário também não é dos melhores: a estimativa é que existam quase seis diretores homens para cada uma diretora mulher. Para as compositoras de trilhas sonoras, a disparidade continua chocante: 97% dos filmes de 2016, segundo o  The Celluloid Ceiling: Behind-the-Scenes Employment of Women on the Top 100, 250, and 500 Films of 2016 , não tiveram nenhuma mulher incluída na parte de composição musical.  A única mulher a ter ganhado o prêmio Oscar de Melhor Trilha Sonora foi

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Jean Louis para Kim Novak em Sortilégio do Amor (1958)

Jean Louis para Kim Novak em Sortilégio do Amor (1958)

*aviso: spoilers sobre o filme Em 1958 o nome do estilista Jean Louis já era conhecido como sinônimo de classe instantânea no meio artístico. Nascido 41 anos antes, em 5 de outubro, em Paris, na França, Jean Louis Berthault era tão charmoso quanto era talentoso. Ele começou sua carreira em sua cidade natal, trabalhando na casa de alta costura Agnes Drecoll, no final de 1930, logo depois de se formar na escola de design Ecole des Arts Decoratifs. Mas tudo realmente começou, d e acordo com o artigo do jornal LA Times, em 1935 quando ele resolveu passar uma temporada em Nova York e enviou alguns de seus rascunhos para a firma da estilista Hattie Carnegie. Não foi contratado na época, mas acabou causando uma grande impressão em Hattie, que o acabaria empregando alguns anos mais tarde.  A primeira estrela que lhe deu atenção total foi Irenne Dunne, que abriu um leque de possibilidades e clientes para Jean, antes de entrar no meio artístico, mas a verdadeira mulher por trás de seu

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Casos de imitação: Rebecca e a sua Sucessora

Casos de imitação: Rebecca e a sua Sucessora

Rebecca pode até ser a mulher inesquecível, mas foram suas sucessoras que ganharam destaque: Marina e a Sra. de Winter.  Ambas inocentes, de famílias humildes, que se casaram com homens ricos e que são assombradas pela imagem aparentemente perfeita da primeira esposa de seus maridos. Essa mesma sinopse, aliás, acabou sendo usada por duas escritoras: Daphne du Maurier de Rebecca e Carolina Nabuco, autora de A Sucessora.  Uma coincidência inocente ou plágio? Carolina (à esquerda) e Daphne foram unidas por uma história bem similar           Divulgação/Fotos de livros De acordo com a própria Carolina Nabuco em sua autobiografia Oito Décadas: Memórias,  a história teria acontecido mais ou menos assim: esperançosa de ver seu livro A Sucessora publicado em inglês, ela mandou um manuscrito já traduzido para vários editores nos Estados Unidos e confiou mais um para um agente literário na Inglaterra. Mal sabia ela que ao invés de publicarem seu livro, ele seria usado como base para o l

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A beleza do filme Quando Só o Coração Vê (A Patch of Blue) - 1965

A beleza do filme Quando Só o Coração Vê (A Patch of Blue) - 1965

A história improvável de uma garota cega que faz amizade com um homem negro se tornou um dos grandes best sellers de 1961 quando foi lançado sob o nome de Be Ready With Bells and Drums, traduzido como Esteja Pronto com Sinos e Baterias, pela australiana Elizabeth Kata. No livro conhecemos Selina, vítima de uma família negligente e uma infância pobre que acaba sendo cegada, acidentalmente, pela própria mãe, Rose-Ann. Ela passa seus dias sozinha, fazendo tarefas em casa para Rose-Ann e seu avó, o bêbado Ole Pa. Um dia, ao conseguir fazer com que a levassem para o parque, Selina conhece Gordon, o jovem negro que acaba mudando sua vida.  Com um Oscar de Melhor Ator em seu currículo, a escolha de Sidney Poitier para o papel de Gordon Ralfe foi clara para o diretor do filme Guy Green desde o ínicio. Foi sua esposa, Josephine Smith, de acordo com o livro  The cinema of Sidney Poitier: the black man's changing role on the American screen (O Cinema de Sidney Poitier: a mudança de pap

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